quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sweet Dreams


Doces sonhos são feitos disso,
Quem sou eu para discordar?
Eu viajei pelo mundo e pelos sete mares,
Todo mundo está procurando alguma coisa...
Alguns deles querem te usar,
Alguns deles querem ser usados por você.
Alguns deles querem abusar de você,
Alguns deles querem ser abusados...

Eu quero usar você e abusar de você
Eu quero saber o que está dentro de você
Conserve sua cabeça erguida, seguindo em frente,
Mantenha sua cabeça erguida, seguindo em frente,

Doces sonhos são feitos disso,
Quem sou eu para discordar?
Eu viajei pelo mundo e pelos sete mares,
Todo mundo está procurando alguma coisa...
Alguns deles querem te usar,
Alguns deles querem ser usados por você.
Alguns deles querem abusar de você,
Alguns deles querem ser abusados...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Muro de Concreto


O que é isto tudo?
Acalmem-se, por favor, não grite ou berre
O senhorio, ele mora lá embaixo
Nós vamos ser expulsos
Por favor, não fale muito alto

Você diz que eu sou passivo-agressivo
Como posso não ser?
Quando você está sempre falando de mim
Você diz que eu sou insensível
E aqui está você
Falando sobre mim

Você me faz querer jogar este sapato
Bem através desse muro de concreto
Talvez você deva arrumar suas coisas
Se é que terrível
Então, basta deixar tudo

Não quero continuar a dividir minha cama
Com alguém que eu tenho de amar cada vez menos
Toda vez que eu tento fazer você sorrir
Você diz que eu estou sendo uma criança
Bem, eu tentei o meu melhor

Você diz que eu preciso de terapia
Bem, querido, você também
Não precisa que você me diga
O que está errado em tudo que eu digo ou faço

Por favor, não tente jogar este sapato
Através desse muro de concreto
Talvez você deve arrumar suas coisas
Se é que terrível
Então, basta deixar tudo

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Iron


No fundo do oceano, morto e jogado fora
Onde a inocência arde em chamas
Um milhão de milhas de casa, sigo em frente
Estou congelado até os ossos, eu estou...

Um soldado sozinho, eu não sei o caminho
Cavalgo adiante até os auges da vergonha
Aguardando o sinal, com a mão no peito
Estou pronto para a luta, e o destino

O som do bater dos ferros não sai da minha cabeça,
O troar dos tambores dita
O ritmo das quedas, o número de mortos
O crescente das cornetas, à seguir

Dos primórdios do tempo ao fim dos dias
Vou ter que correr, em fuga
Quero sentir a dor e o sabor amargo
Do sangue em meus lábios, mais uma vez.

Este irromper letal de neve queima em minhas mãos,
Congelado até os ossos, estou
Um milhão de milhas de casa, sigo vagando
Não consigo lembrar de seus olhos, sua face